quinta-feira, 7 de julho de 2011

VENHA FAZER PARTE DO MOVIMENTO EDUCAÇÃO EM LUTA



No dia 02 de junho dezenas de trabalhadores em educação de todo o estado se reuniram em Belo Horizonte para debater os rumos da educação no Brasil e sobre a necessidade de se construir uma alternativa de direção para nossas lutas

Debateu-se que nos últimos anos todos os governos, tanto FHC, como Lula e agora Dilma, aplicaram uma política de precarização da educação publica em nosso país. Esta política é seguida pelos estados, em MG Aécio e Anastásia destruíram a educação.

A conclusão que chegamos foi que é necessário se constituir um movimento que seja independente dos governos para que possamos barrar estes ataques. É neste contexto que nasce o Movimento Educação em Luta.

Venha se juntar a nós!
   
Entre em contato: 
mov.educacaoemluta@gmail.com
Blog. http://educacaoemlutamg.blogspot.com
Grande BH.: Gustavo. (31) 9747-2128
Triangulo: Betania (34) 88071585 - 92025297
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Juiz de Fora: (32) 3216-4963


ASSINAM:
CSP – CONLUTAS, Subsede Juiz de Fora; Subsede Patrocinio, Núcleo Monte Carmelo, Subsede barreiro.

10% DO PIB JÁ


É hora de construirmos uma grande campanha em defesa do projeto de educação que queremos, contra o PNE governista e pela destinação imediata de 10 % do PIB exclusivamente voltado para a educação Pública.
Portanto temos que fazer uma grande campanha pela aplicação imediata de 10% do PIB para a educação já. Não podemos esperar mais dez anos.

O Movimento Educação em Luta quer fazer um chamado a todos a se juntar na construção de um grande plebiscito para o segundo semestre. E neste sentido vamos fazer um grande abaixo assinado em nossa greve para que possamos cobrar do governo que se aumente os recursos para a educação.
SE JUNTE A NOS NESSE ABAIXO ASSINADO!

PNE MAIS UM ATAQUE A EDUCAÇAO


Esse PNE compromete seriamente um ensino público, gratuito, universal, laico, unitário e de qualidade social, como dever do Estado e direito universal. O PNE que tramita no Congresso Nacional, com apoio do AGCS/OMC (Acordo Geral de Comércio de Serviços da Organização Mundial do Comércio), dilui o dever do Estado na garantia do direito à Educação Pública institucionalizando as Parcerias Público Privadas (PPP’s) e rifando o protagonismo histórico dos educadores.


Cabe lembrar que o PNE, que expirou em dezembro de 2010, não chegou a cumprir nem 2/3 das precárias metas que se propôs em dez anos, nem sequer chegou a investir 4,5% do PIB na Educação e agora tenta provar que o Estado fracassou, o que justificaria o apoio das empresas privadas. O Estado não fracassou e sim as políticas de governos descomprometidas com a classe trabalhadora que – cinicamente – tentam conciliar justiça social com mercado e continuar desviando verbas públicas para os setores privados. O que demonstra que a Educação continua sem ser prioridade foi o corte de R$ 50 bilhões que Dilma impôs, contabilizando um corte de R$ 3,1 bilhões na pasta de Educação. Como melhorar a Educação sem investimento real? Além disso, o novo PNE incorpora as políticas e projetos que no último período significaram maior precarização e privatização da Educação. Vamos desmascarar esse golpe, pois um plano de educação não pode se curvar às leis de mercado colocando em risco a emancipação de uma sociedade.
   
CONTRA O PNE DO GOVERNO
POR UM PNE DOS TRABALHADORES

FORTALECER A GREVE PARA CONQUISTAR O PISO DE R$1597,87 E RECONSTRUIR NOSSA CARREIRA.


O governo Anastásia (PSDB) se mostra tão truculento como o de Aécio e para barrar esta truculência somente com um movimento mais radicalizado. Temos que radicalizar e fazer nossa GREVE crescer. 
 
Temos que lembrar mais uma vez da greve do ano passado, onde no momento em que o governo Aécio ameaçou nossa categoria com o corte de ponto e a demissão dos designados a resposta de nossa categoria foi com o aumento da greve. Neste momento é fundamental que a direção do SindUTE de as condições para que nossa luta chegue a cada região de Minas Gerais.

Agora há diversas greves em curso em nosso pais. Em Santa Catarina mesmo com o inverno os trabalhadores aquecem a luta contra o governo e a justiça diz que a greve é legitima e determina a suspensão dos cortes de ponto. No Rio os Trabalhadores em Educação lutam contra o governo de Cabral. No Rio Grande do Norte a greve continua em luta por um piso salarial. Em MG diversas cidades também estão em greve, Ribeirão das Neves, Ipatinga, Pedro Leopoldo, dentre outras. É muito importante este dia 06 como um dia de paralisação em defesa da Educação. É importante perceber que a CNTE e CUT acordaram para o que esta acontecendo no Brasil mas é necessário que dêem um passo mais adiente e se unifiquem no chamado a uma grande greve nacional em defesa da Educação.

A CSP CONLUTAS e o Movimento Educação em Luta vem chamando a muito para esta unificação.
   
RECONSTRUIR NOSSA CARREIRA JÁ
REVOGAR  A LEI DO SUBSIDIO JÁ

   
Nossa carreira vem sendo destruída desde o governo Itamar, que criou a PRC, esta  era uma política de penduricalhos sem aumentar o nosso piso. Depois veio Aécio com o choque de gestão que transformou a PRC em VTI e PCRM, que tinha a mesma lógica de penduricalhos. Aécio também criou a avaliação de desempenho e o abono de produtividade. Tudo isto nós já sabemos o resultado. Mais precarização para os trabalhadores. O subsidio foi a pá de cal em nossa tão já destruída carreira. Infelizmente durante todos estes anos a direção do SindUTE foi conivente com está prática. Temos que lembrar que no momento da aprovação do plano de carreira em que se acabava com vários direitos nossos, em 2003, defenderam que antes um plano ruim do que nenhum. O preço foi a perda de direitos. 

    
Por isto temos que defender neste momento não somente um piso salarial decente mas também uma carreira. Temos que lutar por piso e Carreira.
   
POR UM PISO DE R$ 1597,87 JÁ
RUMO AO PISO DO DIEESE PARA 20 HORAS DE TRABALHO
PELA RECONSTRUÇÃO DE NOSSA CARREIRA
BIENIO E QUINQUENIO PARA TODOS
REVOGAÇÃO DA LEI DO SUBSIDIO
1/3 DE HORA ATIVIDADE PARA TODOS

terça-feira, 5 de julho de 2011

Greve dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais Continua




No dia 28 de junho os trabalhadores em educação do estado de Minas Gerais decidiram pela continuidade da Greve. A greve se iniciou no dia 08 de junho, contra a política salarial de Anastásia (PSDB), e em por um Piso salarial de R$ 1597,97 para uma jornada de 24 horas de trabalho.
Anastasia apresentou a lei do subsidio como política remuneratória, que é a soma de todas as vantagens que compõem o salário, porém os trabalhadores somente progridem na carreira através de avaliações de desempenho. Minas Gerais paga um dos mais baixos salários do pais.
Com esta lei o governo dividiu ainda mais a nossa categoria, que já é muito fragmentada. Somos divididos entres os que possuem biênio, quinquênio, férias prêmio e os que não tem. Entre efetivos, efetivados e designados. E agora, mantendo a lei do subsidio, seremos os que estão no subsidio e os que não estão. Se mantiver esta lei os novos concursados serão enquadrados nesta legislação, sem nenhum direito. Alguém acredita que podemos confiar neste governo? Por isso somos a favor da reconstrução de nossa carreira, com a garantia de nossos direitos e a revogação da lei do subsídio. Os valores do subsidio devem ser transformados em piso. Somente com a greve podemos garantir um piso de verdade e uma carreira única para todos os trabalhadores (as) em educação.
A próxima assembléia será no dia 06 de julho no pátio da Assembléia Legislativa de Minas Gerais.


Por um Piso de 1.597,87 já!
Rumo ao piso do Dieese para 20 horas !
Pela reconstrução de nossa carreira!
Biênio e Quinquênios para Todos!
Revogação da Lei do Subsidio.
1/3 de hora atividade para todos.
Concurso público já!


UNIFICAR É FORTALECER A GREVE

Há várias greves da educação em curso no Brasil afora. Em Minas Gerais estão entrando em greve diversas cidades Ribeirão das Neves, Ipatinga, Governador Valadares, Raul Soares entre outras, estas greves são pela pagamento do PSPN.
Além da Educação outras categorias se encontram em Greve. A Policia Civil esta a quase dois meses de greve que foi decretada ilegal e mesmo assim não recuam na mobilização. E desde segunda feira os trabalhadores da saúde também paralisaram suas atividades e se uniram a luta em defesa dos direitos dos trabalhadores e do serviço publico.


DILMA RETIRA VERBAS DA EDUCAÇÃO

O governo Dilma cortou 50 bilhões de reais do orçamento este ano. Sendo 3 bi da educação. Também quer congelar os salários do funcionalismo pelos próximos dez anos, não se assustem se Anastasia e outros governadores não copiarem esta medida.
O PNE (Plano Nacional de Educação) nada mais é do que uma carta de boas intenções. Se quer garante o pagamento do piso do magistério e aprofunda a privatização da educação e avança na meritocracia. Temos que dizer não ao PNE do governo Dilma (PT) e construir um PNE dos trabalhadores.
Mais do que nunca é necessário uma grande greve nacional em defesa da educação.

POR UM PNE DOS TRABALHADORES!
10% do PIB Já!


Gustavo Olimpio, Movimento Educação Em Luta e militante do PSTU

domingo, 3 de julho de 2011

Pela reconstrução de nossa carreira!

Este ano iniciamos com uma nova forma de pagamento o subsidio. Afinal qual são as consequências para os servidores?

O subsídio é uma forma de remuneração que não agrega nenhum outro valor ao salário que recebem por estar num exercício temporário de função política.

Esta lei dá continuidade ao ataques do governo Aécio. Desde a reforma administrativa (choque de gestão) a nossa carreira vem sendo jogada no lixo. Na época, Aécio retirou biênios e quinquênios dos novos servidores e impôs a Avaliação de Desempenho.

Agora o governo Anastasia aplica um novo golpe a nossa carreira transformando a nossa remuneração em subsidio.

Dentro do subsidio está a soma de todas as vantagens que já tivemos e, para a frente, não teremos mais nenhuma delas. Com isto, o governo acaba de vez com biênio, quinquênio e outras conquistas. Joga uma pá de cal em nossa carreira, que já não era adequada. Nesta proposta, só temos duas formas de progressão e elas ainda dependem da avaliação de desempenho, que já conhecemos bem, uma avaliação punitiva e meritocrática.

Não temos mais perspectiva de carreira com esta nova forma de remuneração. Os
servidores que dedicaram a vida à escola pública estadual são marginalizados por esta nova política de remuneração, são puxados novamente para o início da carreira, mesmo estando próximo da aposentadoria.

Por este motivo temos que lutar pela REVOGAÇÃO DA LEI DO SUBSIDIO e lutar pela reconstrução da nossa carreira com a garantia de todos os nossos direitos, como biênio e quinquênio para todos.

Por um Piso de R$ 1.597 já!


A luta por um piso salarial nacional da educação é histórico para os trabalhadores.

No entanto o governo Lula editou uma lei que não valoriza os trabalhadores em educação. O primeiro grande problema é a sua concepção de educador, a lei é apenas para o magistério, e os demais segmentos, como o pessoal do administrativo fica de fora da lei.

Porém esta é uma medida de fragmentar a luta dos trabalhadores em educação, não podemos permitir que os governos se utilizem desta medida. Por tanto é fundamental que tanto professores, auxiliares de serviços, biblioteca e da secretária estejam juntos para lutar por melhores salários e condições de trabalho.

Deixar de fora setores importantes da educação já seria motivo de muita briga da categoria para mudar lei, mas ela carrega outro grande problema: o seu valor.

A lei do piso, que segundo o Ministro da Educação, Fernando Hadad, é de R$1187,00. Isso é valorizar a educação e o educador? Todos que vivenciam a educação sabem que não.

Esse valor rebaixado torna-se um entrave para a luta, pois temos que enfrentar governos truculentos como o Anastasia e este vai estar respaldado por uma lei federal.

Hoje as nossas campanhas salariais vão esbarrar na lei do piso. Isso é uma grande derrota para os trabalhadores. Por isso o sindicato deve sentar em mesa com o governador Anastásia e dizer:


Queremos 1.597,87 JÁ PARA o NÍVEL. MÉDIO, RUMO AO PISO DO DIEESE PARA 24H!